terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Jovens de Classe média se prostituem, furtam e assaltam para comprar Crak

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O crack, conhecido entre traficantes e consumidores por “Zidane”, o mais famoso jogado francês, tem sido a droga do momento, principalmente para jovens da classe média – alta e baixa. O crack se alastrou por todo o país e invadiu Sergipe, principalmente cidades de maior porte como Aracaju, Itabaiana, Lagarto, Própria, Estância, Simão Dias e Canindé do São Francisco.

Por ter preço acessível, o crack chegou com rapidez aos jovens de baixa renda, mas como seu efeito é muito rápido (10 minutos) os viciados compra quantidade suficiente para que a sensação da droga tenha efeito por mais tempo. É o crack que tem mudado a vida de muito jovem no Estado. A maioria passou a roubar, vender objetos da família, se prostituir e até praticar assaltos para comprar o produto. O crescimento da marginalidade de jovens viciados em aspirar crack é assustador.

Prostitutas - A informação é que as prostitutas fazem programas por R$ 5 para consumir crack, mas como uma pedra custa em torno de R$ 10, a maioria das garotas leva clientes para a boca dos acusados e como pagamento recebem uma pedra de crack para manter o vício. “As prostituas têm que ter consciência que a partir do momento em que elas levam um consumidor para usar drogas, elas também estão participando do tráfico. Entendo que elas são muito mais usadas, do que propriamente culpadas”
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